— (Thamis K. Goulart)
(Source: segueababilonia)
Vocé é a melhor coisa que eu nunca soube que precisava… tanto, que agora está tão claro, eu preciso de você aqui pra sempre.
(via maisumnasociedade)
(Source: querido-david, via 20dezembro)
Oh, If I Catch You - Michel Teló
(Source: grantgustins)
(Source: yes-iloveyou, via recent-scars)
(Source: semi-principe, via excellentwords)
![imperfeito-sonho:
Eu ainda não consigo acreditar que você não é mais meu, talvez nunca tenha sido de verdade. Eu não acredito que você quebrou a promessa, a nossa promessa. Você disse que eu podia contar sempre com você. Mas eu esqueci de lembrar que ‘os para sempre’ de hoje em dia não passam de pouco mais de um segundo, ou nem chegam a durar tanto assim. Eu não consigo acreditar que você encontrou alguém que você diz que é a sua pequena, que é o amor da sua vida, mas não é, porque eu estou aqui. eu sou o amor da sua vida, sempre fui, sempre vou ser.
Eu esqueci de lembrar que eu tinha que esquecer você. Eu esqueci que nem tudo está igual, pra falar a verdade, nada está igual. Mas uma coisa eu não esqueço, não esquecerei nunca. O jeito que você sorri, aquele seu sorriso doce e tímido me deixava feliz e automaticamente quando você sorria, eu sorria também. O seu sorriso se tornou meu sorriso. Eu preciso que você sorria para eu sorrir também, mas ultimamente você está tão distante, tão longe de mim e ao mesmo tempo tão perto, tão perto de uma maneira que eu não posso te alcançar, nem ao menos te ver. E se eu pudesse te ver, te observaria de longe, vendo seus passos, observando como o vento tocava seu rosto, e tentando me controlar para não sair correndo na sua direção, correr para os seus braços, correr para o meu porto seguro, ficar ali com você, só com você e até não poder mais. Mas aí eu esqueci de novo que não estamos nos falamos, talvez por orgulho, orgulho próprio de não admitir que um precisa do outro para ficar bem. Mas eu já não aguentava mais essa ideia de não poder te ver, não poder de tocar, não poder sentir sua pele, seu cheiro, o seu calor. Então decidi sair por aí, querendo te encontrar.
Olhei no relógio, eram onze horas e quinze minutos, me lembrei de quando você disse que saía meio-dia da escola todos os dias. Peguei o ônibus e fui pensando em como seria te ver novamente, mesmo que fosse de longe, só de poder respirar o mesmo ar que você já era satisfatório. Cheguei lá, onze horas e 50 minutos. O coração já não aguentava de tanta ansiedade, mal podia acreditar que depois de 7 meses, longos 7 meses, te veria novamente. E então o portão se abre, e você saí. E eu? Me escondo atrás de uma árvore e observo você, exatamente como eu imaginei, você não mudou nada, absolutamente nada. Então veio aquela vontade, a inevitável vontade de correr pros seus braços, mas eu tive de ser forte, naquele momento não queria ter tal força, mas era preciso. Até que chega uma de suas amiguinhas e te abraça, te dá um beijo na bochecha e fica abraçada com você. Confesso que fiquei com um mínimo de ciúmes e que inveja dela, estudava com você, ela não imaginará a sorte que tinha. Até que você se vira, e o meu plano de observar você de longe, sem que você me veja, falhou.
Lá estava você me observando com aqueles olhos de espanto, neles eu podia escutar tudo que sua boca não dissera. Seus olhos me falavam que não acreditaste que eu estava ali, na sua frente. E que também teria de ser forte para não vir me abraçar. E você continua lá, me observando, e meus olhos se enchem de lágrima, até que sinto uma lágrima escorrer pelo meu rosto. Eu rapidamente a enxuguei com o meu casaco. Ele que já estava todo encharcado nas pontas, de tanto secar as lágrimas de felicidade. E então a sua amiguinha aparece novamente, maldita hora que ela decide voltar com aquela pipoca nas mãos. Ela também me viu, e sabia que eu o amava, com todas as minhas forças, ela já não gostará tanto de mim, nunca gostou, não me suportava por perto dele. Sempre tentará acabar com a nossa amizade, com o nosso amor, e da última vez, ela conseguiu.
Ela me olhava com aquele sorriso de lado, aquele sorriso de vitória com quem dizia “Ei, saí daqui, ele está bem comigo, sem você.” Mas não era isso que eu enxergava nos olhos dele. Aqueles belos olhos castanhos, suplicavam por mim, pediam meu abraço. Eu por um momento sorri. Eu e ele nos encaramos por um curto e emocionante tempo, e então eu olhei pro chão. Eu não conseguia mas tirar os olhos do chão, naquele momento tão feliz e tão estranho que ao mesmo tempo me deixara confusa. Comecei a me perguntar o por que deu estar ali, mesmo sabendo que ele tinha outra, mesmo sabendo que ele me amava, mas preferiu ela. E Mesmo ele sabendo que eu fui embora naquele instante e fui para nunca mais voltar. Ele me deixou partir, mesmo com os olhos cheios de lágrimas, ele me deixou partir. […]](http://24.media.tumblr.com/tumblr_lvpnr3NoEQ1qhrutio1_400.jpg)
Eu ainda não consigo acreditar que você não é mais meu, talvez nunca tenha sido de verdade. Eu não acredito que você quebrou a promessa, a nossa promessa. Você disse que eu podia contar sempre com você. Mas eu esqueci de lembrar que ‘os para sempre’ de hoje em dia não passam de pouco mais de um segundo, ou nem chegam a durar tanto assim. Eu não consigo acreditar que você encontrou alguém que você diz que é a sua pequena, que é o amor da sua vida, mas não é, porque eu estou aqui. eu sou o amor da sua vida, sempre fui, sempre vou ser.
Eu esqueci de lembrar que eu tinha que esquecer você. Eu esqueci que nem tudo está igual, pra falar a verdade, nada está igual. Mas uma coisa eu não esqueço, não esquecerei nunca. O jeito que você sorri, aquele seu sorriso doce e tímido me deixava feliz e automaticamente quando você sorria, eu sorria também. O seu sorriso se tornou meu sorriso. Eu preciso que você sorria para eu sorrir também, mas ultimamente você está tão distante, tão longe de mim e ao mesmo tempo tão perto, tão perto de uma maneira que eu não posso te alcançar, nem ao menos te ver. E se eu pudesse te ver, te observaria de longe, vendo seus passos, observando como o vento tocava seu rosto, e tentando me controlar para não sair correndo na sua direção, correr para os seus braços, correr para o meu porto seguro, ficar ali com você, só com você e até não poder mais. Mas aí eu esqueci de novo que não estamos nos falamos, talvez por orgulho, orgulho próprio de não admitir que um precisa do outro para ficar bem. Mas eu já não aguentava mais essa ideia de não poder te ver, não poder de tocar, não poder sentir sua pele, seu cheiro, o seu calor. Então decidi sair por aí, querendo te encontrar.
Olhei no relógio, eram onze horas e quinze minutos, me lembrei de quando você disse que saía meio-dia da escola todos os dias. Peguei o ônibus e fui pensando em como seria te ver novamente, mesmo que fosse de longe, só de poder respirar o mesmo ar que você já era satisfatório. Cheguei lá, onze horas e 50 minutos. O coração já não aguentava de tanta ansiedade, mal podia acreditar que depois de 7 meses, longos 7 meses, te veria novamente. E então o portão se abre, e você saí. E eu? Me escondo atrás de uma árvore e observo você, exatamente como eu imaginei, você não mudou nada, absolutamente nada. Então veio aquela vontade, a inevitável vontade de correr pros seus braços, mas eu tive de ser forte, naquele momento não queria ter tal força, mas era preciso. Até que chega uma de suas amiguinhas e te abraça, te dá um beijo na bochecha e fica abraçada com você. Confesso que fiquei com um mínimo de ciúmes e que inveja dela, estudava com você, ela não imaginará a sorte que tinha. Até que você se vira, e o meu plano de observar você de longe, sem que você me veja, falhou.
Lá estava você me observando com aqueles olhos de espanto, neles eu podia escutar tudo que sua boca não dissera. Seus olhos me falavam que não acreditaste que eu estava ali, na sua frente. E que também teria de ser forte para não vir me abraçar. E você continua lá, me observando, e meus olhos se enchem de lágrima, até que sinto uma lágrima escorrer pelo meu rosto. Eu rapidamente a enxuguei com o meu casaco. Ele que já estava todo encharcado nas pontas, de tanto secar as lágrimas de felicidade. E então a sua amiguinha aparece novamente, maldita hora que ela decide voltar com aquela pipoca nas mãos. Ela também me viu, e sabia que eu o amava, com todas as minhas forças, ela já não gostará tanto de mim, nunca gostou, não me suportava por perto dele. Sempre tentará acabar com a nossa amizade, com o nosso amor, e da última vez, ela conseguiu.
Ela me olhava com aquele sorriso de lado, aquele sorriso de vitória com quem dizia “Ei, saí daqui, ele está bem comigo, sem você.” Mas não era isso que eu enxergava nos olhos dele. Aqueles belos olhos castanhos, suplicavam por mim, pediam meu abraço. Eu por um momento sorri. Eu e ele nos encaramos por um curto e emocionante tempo, e então eu olhei pro chão. Eu não conseguia mas tirar os olhos do chão, naquele momento tão feliz e tão estranho que ao mesmo tempo me deixara confusa. Comecei a me perguntar o por que deu estar ali, mesmo sabendo que ele tinha outra, mesmo sabendo que ele me amava, mas preferiu ela. E Mesmo ele sabendo que eu fui embora naquele instante e fui para nunca mais voltar. Ele me deixou partir, mesmo com os olhos cheios de lágrimas, ele me deixou partir. […]
(via oisou-orgulhosa)
(Source: call896, via oisou-orgulhosa)

Eu não escolhi mudar, mas foi preciso. (BBCC)
(Source: dias-insanos, via oisou-orgulhosa)